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Empresários do setor imobiliário estão confiantes com as perspectivas para 2018

Pesquisa feita entre os associados da ADIT Brasil identificou que mais de 90% dos entrevistados irão investir no setor neste ano

 

Uma pesquisa realizada com associados da ADIT Brasil (Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil), que envolve empresários e executivos do setor de todo país, revelou que bons ventos sopram para o setor imobiliário neste início de ano. O estudo revelou que 91% desses empresários pretendem realizar investimentos ou novos empreendimentos ainda neste ano. Na esteira desse otimismo, 60% dos entrevistados acreditam que haverá retomada do crescimento do setor no País.

Segundo Eduardo Eichenberguer, diretor da Global Governance, empresa especialista em governança de condomínios, a melhora da conjuntura econômica atual influenciou positivamente as perspectivas do mercado imobiliário. “Encontramos 2018 com os fundamentos da economia mais equacionados, inflação baixa, taxa básica de juros reduzida e a renda real das famílias mostrando elevação, o que contribui positivamente para uma retomada gradual da atividade do setor”, diz Eichenberguer.

Por outro lado, a pesquisa também apontou que a maior parte dos empresários do setor imobiliário vê grandes riscos na política, principalmente por ser ano eleitoral. Einchenberguer pontua que a eleição presidencial pode transformar esse cenário, para melhor ou para pior. “Se, nas eleições deste ano, for eleito alguém alinhado com as medidas de ajuste da economia em andamento, não há dúvidas que a retomada será robusta e duradoura. Porém, se a escolha da população recair sobre um candidato mais populista, sem identidade com as reformas necessárias do estado, o cenário permanecerá incerto e os investimentos do setor privado não virão, prolongando as dificuldades presentes”, enfatiza.

Para Eichenberguer, se não ocorrer fatos relevantes no âmbito político que levem à queda da confiança, a tendência é que o crescimento da demanda imobiliária continue e até melhore. Isso criará consumidores mais conscientes. “É importante ter em mente que crises prolongadas mudam o comportamento do consumidor. Agora, o cliente será mais consciente, focado em uma proposta de valor mais assertiva, tanto em relação ao custo quanto ao produto”, finaliza.

Confira a pesquisa na íntegra.

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